( à amiga Luciana Pedreira)
Na palma da mão
Um sinal.
O que ficou daquela esperança ?
E das certezas inimigas de criança,
As ingênuas intrigas
Algo sobrenatural.
Ficou suspensa na poeira ?
Num pensamento qualquer exato
Retratado em óleo abstrato
Ou como queira.
Agora é surreal.
E as vagas previsões ?
Os conturbados sentidos ,
Anéis , vestidos rodados e cordões
Em quais corações perdidos ?
Alheios ao bem e o mal.
Talvez no etéreo movimento
Na respiração mais profunda
Onde todo sangue inunda
Como um corte visceral.
E nada entenderei
Um dia ...
Do prazer ao sofrimento.
Na palma da mão
Um sinal.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
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1 comentários:
Parabéns André!
a alma da gente até fica com
cheirinho de infinita ternura...
Voltarei com mais afeto!
BjZ
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