quarta-feira, 30 de julho de 2008

Da mão e do escrever-dor

Dor. O fim amanheceu...
Espalha o pensamento,
Não sobra o que viveu.
Espelho o momento...

Mãos: somente os dedos.
Do anelar , foi-se o anel:
Restaram apenas medos,
Sangue, foice, féu...

Solidão. À companhia,
Livros sem nossa história.
Mas quem sabe um novo dia
Ilumine essa retórica,

E me traga um novo final ?

André Bianc & Priscila Haydée

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