( À Karina Costa )
Caçadora da manhãs
Aos céus levanta a matutina
Envolta em sonhos e lãs
Despertai para tua arbitrária sina.
Nestas sutilezas de adeus ...
Onde calado ficou o meu olhar
Refletindo dilemas seus
Em espelhos da noite à contestar.
Sobreviver à vida , incerto destino
Com ares de pura clemência
Viver pergunto: Seria um desatino
Ou um instinto inútil da existência ?
E o que mais poderei te dizer
Se não tenho o que mais preciso
Vislumbrar sem jamais poder viver
Seus ditos infernos e paraísos.
Caçadora das manhãs
Aos céus levanta a matutina
Versos , inversos , palavras vãs
É o que te imponho Karina.
sábado, 24 de maio de 2008
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